08/01/2026
Quem nunca? Aquele dia difícil, a sensação de solidão apertando, uma tristeza que não tem nome... e de repente, a gente se vê abrindo a geladeira, pedindo uma pizza ou devorando um pote de sorvete. Parece que há um buraco, um vazio no peito, que pizza nenhuma tampa.
A gente come. E come. O estômago enche, distende, e, por alguns minutos, vem aquele soninho gostoso, um calorzinho que parece um abraço interno. É a ilusão de que o desconforto foi preenchido. Mas, infelizmente, a sensação de "cheio" dura apenas 20 minutos. Passado esse tempo, a barriga pode até estar estufada, mas o coração... ah, o coração continua vazio. E muitas vezes, ainda mais pesado pela culpa ou pela frustração.
É como a nossa amiga na imagem, deitada no sofá com a barriga cheia, mas com uma nuvem de chuva sobre a cabeça. Plena por fora, mas com o coração ainda na tempestade. ⛈️
Você já parou para pensar no que realmente acontece no seu corpo nesses momentos? O açúcar e a gordura dos alimentos ultraprocessados (como a pizza, o doce ou o sorvete) disparam uma enxurrada de Dopamina, o neurotransmissor do prazer e da recompensa rápida. É uma sensação boa, sim, mas passageira. É uma felicidade "barata" e de curto prazo.
Do outro lado, temos a Ocitocina, o "hormônio do amor" e do vínculo. Ela é liberada quando recebemos um abraço apertado, uma conversa sincera, um cafuné de um pet. A Ocitocina traz um preenchimento real, uma sensação de segurança, pertencimento e conforto duradouro.
Você está confundindo os químicos! Está buscando Dopamina rápida quando o seu corpo e alma anseiam por Ocitocina. É a diferença entre um prazer fugaz e a verdadeira nutrição emocional.
Essa é a pergunta que ecoa no final da jornada. Por trás da compulsão por comida, há uma fome mais profunda e genuína.
É amor que você busca?
É reconhecimento pela sua dedicação?
É descanso da rotina exaustiva?
É segurança, pertencimento, conexão?
Na análise, temos a oportunidade de olhar para esse vazio com carinho e curiosidade. Vamos juntos desvendar essas "fomes" ocultas, compreender os gatilhos e, o mais importante, nutrir o corpo e a alma com o que realmente precisam.
Que tal começar a se abraçar mais, a se ouvir mais, e a buscar o afeto e o preenchimento que só as conexões reais (inclusive consigo mesma) podem oferecer?
Se você se identificou e sente que está na hora de explorar o que realmente te preenche, estou aqui para te acompanhar nessa jornada.
Espero que este texto ajude a aprofundar a mensagem do seu carrossel e conecte ainda mais com o seu público! Fico à disposição para qualquer ajuste.